Entrevista com Raquel Koury - Autora do livro Sensitivos.

Postado por Bia Carvalho

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Mais uma entrevista muito legal aqui no Amor, Mistério e Sangue.

A talentosíssima autora do livro "Sensitivos", Raquel Koury (RESENHA AQUI) nos presenteou com respostas muito simpáticas e sinceras, confiram!


AMS: Raquel, em primeiro lugar... com essa onda de vampiros, lobisomens, sobrenatural e paranormalidade que invadiu o mundo inteiro, qual você acha que é o maior diferencial de Sensitivos?

RK: Sem dúvida, o realismo. Sensitivos mostra os fatos como eles realmente acontecem neste mundo em que estamos vivendo - desde os fenômenos, a paranormalidade humana até as habilidades dos Sensitivos, que são comumente encontradas em pessoas ao nosso redor.

AMS: Enquanto estava lendo o livro, senti uma imensa semelhança entre a sua história e a da personagem Sara. Ela seria uma espécie de alter-ego seu?

RK: Na verdade, como todo escritor, emprestei muito de minhas experiências às personagens, mas sem dúvidas, tudo que eu, Raquel, gostaria de dizer, faço através de Sara. Assim como ela, também adoeci e consegui a cura, talvez aí a semelhança. No entanto, foram experiências parecidas e não idênticas. Posso dizer que 90% do livro foi baseado em histórias reais, mas como disse, somente baseado.

AMS: Como surgiu a inspiração para o livro?

RK: Bom, foi tudo de forma, digamos... “Sensitiva”... [risos]. Na verdade, essa foi a parte que mais emprestei para Sara. Desde quando adoeci, depois a cura, o encerramento da minha empresa e a mudança de vida, desta vez com o propósito de divulgar o poder que o ser humano tem de conseguir tudo aquilo que quiser, inclusive a cura. Sensitivos não foi programado, ele aconteceu. Nunca havia escrito nada até acordar inspirada numa madrugada, sentar em frente ao laptop e começar... daí em diante não parei mais. Recentemente, escrevi outra obra: “Mãe é Mãe – Contos e Crônicas”, esta também sobre casos paranormais, mas voltados à relação mães e filhos. Atualmente, estou escrevendo a continuação de Sensitivos.

AMS: Algum dos "Sensitivos" foi realmente baseado em alguém que você conhece?
RK: Esta parte foi bastante ficcionada, mas durante os anos que estudo a parapsicologia encontrei diversos sensitivos, tanto com as habilidades das personagens, como com outras também.

AMS: Na orelha do livro, há a insinuação de que "Sensitivos" pode virar alguma produção para TV ou cinema. Já existe mesmo essa possibilidade e já tem alguma data prevista para início das gravações?

RK: Não é mais novidade que “Sensitivos” despertou interesse em alguns produtores. Isso me trouxe novas e grandes amizades, inclusive o convite para ser membro da Academia Brasileira de Cinema. No entanto, sou agenciada pela agencia Riff e são eles que estão cuidando dessas negociações. O que sei é que o processo é lento, portanto estamos longe de falar em datas para as gravações, tendo em vista que ainda não foi fechado contrato com uma produtora ou emissora de TV. Tudo ainda está em estudo e negociação e eu somente na torcida, mas sei que o melhor acontecerá.

AMS: O livro terá alguma continuação?

RK: Sem dúvida. As pessoas me perguntam se trata-se de uma trilogia, mas eu ainda não tenho essa resposta. Vou escrever essa série enquanto tiver inspiração para ela. Acredito que não sou eu quem determina isso e sim o Universo. Enquanto tiver o que contar sobre o assunto, falarei. Como disse, já comecei a escrever o segundo livro dessa série e posso garantir que é muito intrigante.

AMS: E falando sobre você, quais são suas maiores inspirações literárias?

RK: Pode soar estranho eu ter escrito um romance policial espiritualista sem referências literárias do gênero, mas confesso que nunca havia lido nenhuma ficção. Sempre gostei de livros de parapscicologia, quântica, filosofia, autoajuda, poder da mente, enfim... TV assisto muito pouco e costumo brincar dizendo que sei tudo sobre os “Bachyardigans” e da programação do Discovery Kids, pois com 4 filhos pequenos e só isso que assistimos em casa [risos]. Portanto, como dizem, “qualquer semelhança é mera coincidência” e elas acontecem, pois estamos todos conectados. Com certeza quem ler o livro, se identificará em algum momento com um fato que viveu ou uma pessoa que conhece. Como não acredito em “coincidências”, digo que somos todos energia e estamos ligados a uma energia maior, desta forma os pensamentos ficam soltos neste pequeno-grande universo em que vivemos. Algumas pessoas são capazes de perceber uma ideia ou pensamento de outra, a maioria chama isso de coincidência, eu chamo de Sincronicidade e evolução. Algumas pessoas também rotulam os paranormais de “ANORMAIS”, por terem uma sensibilidade maior ou verem o mundo de uma forma diferente, eu os chamo de SENSITIVOS.

AMS: Onde podemos encontrar o livro à venda?

RK: O livro está à venda nas melhores livrarias de todos o Brasil, assim também como nos sites de livrarias virtuais. A Cultrix está com uma promoção muito legal tanto para a venda do livro, como para aqueles que já leram. O link é: http://www.pensamento-cultrix.com.br/. São diversos prêmios sorteados todo mês.

AMS: Por fim, Raquel, gostaria que você deixasse um recado para todos os leitores do Amor, Mistério e Sangue...

RK: Bom, poderia escrever páginas e páginas aqui, pois tenho muito a dizer sobre a mente humana e sobre o tempo que nós todos perdemos com bobagens ao invés de aproveitá-lo para nossa evolução, aprendendo a usar todo o potencial que temos. Deixo então dois recados aqui: Aos que leram o livro, participem do blog: http://editoracultrix-sensitivos.blogspot.com/ , onde podem ler mais a respeito, fazer comentários e aqueles que quiserem se comunicar comigo, podem postar seu e-mail no blog que terei prazer em respondê-los. Aos que ainda não leram o livro, comprem [risos]... Trata-se de uma narrativa diferenciada, que prende o leitor numa trama policial paranormal, onde muito se pode aprender.

Todos somos capazes, basta acreditar se tivermos fé – Fé em nós mesmos”. Estamos aqui para aprender e ensinar uns aos outros. Aos poucos as pessoas estão deixando de ser tão céticas diante suas próprias experiências. Antigamente ouvia-se falar muito pouco sobre um caso paranormal ou um fenômeno. Hoje em dia, é difícil encontrar uma pessoa que não tenha uma história para contar. Desta forma, mesmo aqueles que não tinham interesse em desenvolver sua paranormalidade ou aprender sobre o assunto, estão aprendendo e desenvolvendo “ na marra” [risos]. Pois a cada dia aumenta o número de acontecimentos e isso é sinal de que estamos evoluindo. Não há mais como negar.

Um grande beijo a todos,

Raquel Koury

E amanhã, uma surpresa aqui no blog!!!

Um beijo meu para todos também! Tenham um ótimo final de semana!


2 comentários:

Débora Lauton testemunhou...

Ótima entrevista, bem dinâmica e com perguntas interessantes...
Hum, será que a surpresa é o que eu estou pensando?? Tomara...

beijos,
Dé...

Chelly Bianchini testemunhou...

1ª Promo no meu Blog!!

Confere lá:
http://chellybianchini.blogspot.com/2010/05/primeira-promocao-etc-e-afins.html

Bjoos

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