“É a luta delas que me motiva. Sempre.
Sua doce agonia enquanto eu as levo até,
e além dos limites sexuais.”
Pág. 74
Sua doce agonia enquanto eu as levo até,
e além dos limites sexuais.”
Pág. 74
Editora: Geração Editorial
Páginas: 320
Série: Coleção Muito Prazer #1
Faixa etária: 18+
Onde comprar: Saraiva
A História: Conheça Jake e Mimi. Ele, um contador com íntimas perversões sexuais. Ela, uma mulher comum, noiva, presa a um relacionamento convencional.
Em uma proposta ousada, Jake convida Mimi a assistir alguns de seus joguinhos pervertidos, que consistem em bondage, sadomazoquismo e tortura. Mas tortura com prazer.
Procurando uma liberdade que até então não conhecia, Mimi aceita a proposta e acaba se sentindo tentada a conhecer aquele mundo de perversão. Mas até onde isso pode ser perigoso?
Minha Opinião: Ok! Mais um livro erótico nesse mundo literário de meu Deus. Confesso que fiquei um pouco traumatizada depois da superficialidade de 50 tons de cinza, mas como Algemas de Seda prometia uma certa dose de suspense, acabei me sentindo interessada. Porém, confesso que foi mais uma decepção.
Vamos aos pontos positivos:
- A história é muito mais bem escrita do que 50 tons de cinza. Não há aquela enxurrada de repetições, há uma certa profundidade no texto, e o autor não quis encaixar um romance meloso em um livro onde não cabia. Ele soube dosar as coisas de uma maneira bem mais compreensível. Então, se você procura um super livro de romance e redenção, este aqui não é para você;
- Curti a construção dos personagens e a forma natural como eles se envolveram. Nada de homem zilionário, capaz de fazer tudo pela mulher, que pilota helicópteros e presenteia com carros importados. Jake é um contador. Até tem uma vida confortável, mas trabalha para isso. Além disso, nada de amor à primeira tropeçada aqui. Ambos sabem o que querem e ponto final;
- As cenas eróticas são realmente muito bem descritas, sem nenhum tipo de vulgaridade. E são bem mais criativas do que em 50 tons de cinza;
Bem, mas vamos ao que me incomodou durante a leitura:
- Não consigo conceber essa ideia de que para ter suas perversões sexuais a pessoa precisa ter um trauma do passado. Isso é tão clichê. Dizem que esses livros eróticos são libertadores, mas não concordo. Eles acabam mostrando que há uma explicação para isso, como se tudo fosse uma consequência de uma coisa ruim. E não é. As pessoas podem ter gostos variados sem precisar uma explicação para isso;
- O livro não conseguiu me prender. Acho que apesar de Baldwin escrever bem, não gostei do ritmo da leitura. Acho que o final ficou raso e o que mais me chamou a atenção na sinopse, que era a promessa de um suspense, foi tão sem graça que me desanimou totalmente ao virar a última página;
Em um todo, confesso que esse livro não me agradou como eu gostaria. Fiquei com um gosto de quero mais e ainda estou esperando um livro erótico que me faça ficar realmente impressionada.
Quantas estrelas:





















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