
Editora: AbovePáginas: 127
Série: -
Faixa etária: Livre
Onde comprar: Facebook do livro
A História: O autor Braz Campos Durso compartilha suas crônicas e poesias com o leitor, com um vasto conteúdo e temas diversificados, mas sempre buscando paz, equilíbrio e harmonia.
Mencionando signos, Platão, Cazuza, Clarice Lispector, utilizando metáforas e construções de poesias diversificadas, somos apresentados às janelas abertas da alma.
Minha Opinião: Confesso que não uma grande fã de crônicas, mas poesias sempre foram uma de minhas paixões. Então, quando Braz Campos Durso gentilmente me ofereceu seu livro para resenhar, eu aceitei.
E me surpreendi com suas crônicas, todas muito instrutivas, com mensagens interessantes e uma escrita gostosa, assemelhando-se a uma conversa entre amigos. Já as poesias são simples, com rimas simples, sem muita complexidade. Sendo que "Filme Mudo" foi a que mais me agradou.
A crônica "Janelas Abertas" que dá nome ao livro foi a mais complexa, na minha opinião. Dá para perceber, pelo trecho que coloquei abrindo a resenha (que também foi o escolhido pelo autor para figurar na contra-capa da obra) que ela é bem reflexiva, falando dos muros que criamos em volta de nós mesmos, muros esses que nos impedem de "voar". Ler essa crônica me fez pensar, e acredito que possa servir como uma bela lição de moral para seus leitores.
Acho interessante esse tipo de trabalho, pois o autor não tem medo de se desnudar nas folhas de papel. Podemos ver vários pontos de vista, sentimentos e emoções de uma pessoa, conhecer uma alma... como disse, não é meu estilo favorito de literatura, mas Janelas Abertas me fez rever meus conceitos e posso garantir que foi um livro que me fez muito bem.
Um livro rápido de se ler, mas que vale a pena ter na estante.
Mencionando signos, Platão, Cazuza, Clarice Lispector, utilizando metáforas e construções de poesias diversificadas, somos apresentados às janelas abertas da alma.
Minha Opinião: Confesso que não uma grande fã de crônicas, mas poesias sempre foram uma de minhas paixões. Então, quando Braz Campos Durso gentilmente me ofereceu seu livro para resenhar, eu aceitei.
E me surpreendi com suas crônicas, todas muito instrutivas, com mensagens interessantes e uma escrita gostosa, assemelhando-se a uma conversa entre amigos. Já as poesias são simples, com rimas simples, sem muita complexidade. Sendo que "Filme Mudo" foi a que mais me agradou.
A crônica "Janelas Abertas" que dá nome ao livro foi a mais complexa, na minha opinião. Dá para perceber, pelo trecho que coloquei abrindo a resenha (que também foi o escolhido pelo autor para figurar na contra-capa da obra) que ela é bem reflexiva, falando dos muros que criamos em volta de nós mesmos, muros esses que nos impedem de "voar". Ler essa crônica me fez pensar, e acredito que possa servir como uma bela lição de moral para seus leitores.
Acho interessante esse tipo de trabalho, pois o autor não tem medo de se desnudar nas folhas de papel. Podemos ver vários pontos de vista, sentimentos e emoções de uma pessoa, conhecer uma alma... como disse, não é meu estilo favorito de literatura, mas Janelas Abertas me fez rever meus conceitos e posso garantir que foi um livro que me fez muito bem.
Um livro rápido de se ler, mas que vale a pena ter na estante.
Quantas estrelas:

Vídeo: Acho que a linda música Sol de Primavera do Beto Guedes cabe nessa resenha...
"Sol de Primavera
Abre as janelas do meu peito..."
Abre as janelas do meu peito..."
ei Bia,
ResponderExcluirparece ser um livro fofo. Também não sou muito fã de crônicas, mas quem sabe um dia ainda leio esse? ^^
beijos.
Adoro livros de crônicas!
ResponderExcluirDica super anotada =)
Beijos,
Nanie - Nanie's World